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Gestão de finanças de Curitiba é exemplo para outras capitais

Jacson Leite (dir.) apresenta soluções do ICI a secretários

   Secretários de Finanças de capitais de todo o País reuniram-se na manhã desta sexta-feira (17), na Sala de Situação do ICI, para uma das etapas da 3.ª Assembleia Geral Ordinária da Abrasf (Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais), encerrada à tarde. O encontro foi conduzido pelo secretário de Curitiba, Luiz Eduardo Sebastiani, e pelo diretor-presidente do ICI, Jacson Carvalho Leite.

   Coube a Jacson, na primeira parte da reunião, demonstrar como a Prefeitura de Curitiba se desenvolveu na área de Tecnologia da Informação e qual o papel do ICI ao longo dos 11 anos de existência do Instituto. Jacson fez uma apresentação, projetada no telão da Sala de Situação, sobre a integração dos vários sistemas informatizados da Prefeitura e as demandas do cidadão recebidas pela Central 156.

   No âmbito das finanças municipais, o Sistema de Gestão Tributária Municipal (GTM) - conjunto de aplicativos com o qual a Secretaria Municipal de Finanças trabalha o orçamento municipal - foi apresentado por Jacson e Sebastiani e avaliado pelos secretários das capitais. Técnicos do ICI apresentaram um case de Business Intelligence (BI) e a ferramenta de georreferenciamento como exemplos da informática aplicada à gestão financeira municipal.

   Os secretários demonstraram curiosidade em torno do modelo jurídico do ICI, que é empresa privada sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social e reconhecida como tal por legislação municipal. Discutiram seus orçamentos para a área de TI, as soluções do ICI para Curitiba e como suas capitais podem adotá-las, no todo ou em parte.

   "O modelo do ICI e a política de TI de Curitiba são tudo o que queremos", elogiou o secretário de Finanças de Rio Branco, capital do Acre, Geraldo Pereira Maia. "O modelo de política de informática pública e as ferramentas de que Curitiba dispõe são o melhor método de se ‘enxergar' a gestão, de dar qualidade ao gasto público."

   A secretária de Finanças do Rio de Janeiro, Eduarda La Rocque, criticou o baixo orçamento de seu município para o setor de TI (menos de 1% para um orçamento de aproximadamente R$ 12 bilhões), deixado pela gestão anterior (do ex-prefeito César Maia, cujo nome ela não mencionou), e disse ter ficado muito interessada com o exemplo de capital paranaense. "Curitiba dá um bom exemplo a ser seguido. Precisamos avaliar sua política de TI e desenvolver projetos nessa direção", comentou.

Autor: Assessoria de Comunicação Fonte: ICI

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